Raquel Dodge reforça Lava Jato no Rio de Janeiro

Raquel Dodge reforça Lava Jato no Rio de Janeiro

Com a autorização da procuradora-geral, Stanley Valeriano da Silva, procurador da República em Campos (RJ), passa a integrar a força-tarefa do MPF no estado


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Publicado em 05/01/2018 às 19:36:00

Os procuradores Rodrigo Timotio (E), José Augusto Vagos, Marisa Ferrari e Fabiana Schneider durante coletiva no Ministério Público Federal (MPF) sobre denúncia contra o ex-governador, Sérgio Cabral na Operação Fatura Exposta (Tomaz Silva/Agência Brasil)
Os procuradores Rodrigo Timotio (E), José Augusto Vagos, Marisa Ferrari e Fabiana Schneider durante coletiva no Ministério Público Federal (MPF) sobre denúncia contra o ex-governador, Sérgio Cabral na Operação Fatura Exposta (Tomaz Silva/Agência Brasil)

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, autorizou, no dia 27 de dezembro, a que a Procuradoria do Rio de Janeiro seja reforçada com mais um procurador, que reforçará a força-tarefa da Lava Jato no estado. O escolhido foi Stanley Valeriano da Silva, que tem atuação no município de Campos, no norte fluminense.

De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), esta é mais uma medida que tem o propósito de reforçar o trabalho de combate a crimes como corrupção e lavagem de dinheiro no Rio de Janeiro. Segundo o documento, que ainda será publicado no Diário Oficial da União (DOU), o procurador atuará exclusivamente, pelo período de um ano, nos casos que integram o acervo da força-tarefa.

“A indicação de Stanley Valeriano para a força-tarefa soma a outro reforço oficializado recentemente pela PGR para a atuação criminal. No último dia 20, foram publicadas quatro portarias com a indicação de membros que atuarão em Brasília, na Secretaria da Função Penal Originária. Dois deles atuarão de forma exclusiva no Grupo de Trabalho da Lava Jato”, informou, por nota, a PGR.

No Rio de Janeiro, o novo integrante se juntará aos nove atuais membros do grupo de investigação. A força-tarefa do estado foi criada em junho de 2016 e, desde então, mais de 20 denúncias criminais foram enviadas à Justiça.

Além do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), que já foi denunciado 20 vezes pelo Ministério Público Federal (MPF), também são alvo dos processos empresários, gestores públicos e operadores de esquemas criminosos como os que atingiram obras públicas como o chamado PAC das favelas e outras obras e serviços públicos.

Por Equipe iRJO

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