Paciente transplantado teme ficar sem medicamento em Volta Redonda, RJ

Paciente transplantado teme ficar sem medicamento em Volta Redonda, RJ

Ele precisa diariamente de um remédio que está em falta desde o ano passado na farmácia do Estado


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Publicado em 09/01/2018 às 16:33:32

Paciente transplantado teme ficar sem medicamento em Volta Redonda, RJ
Paciente transplantado teme ficar sem medicamento em Volta Redonda, RJ

Há um ano, os rins do Luís Cláudio Côrtes Dias, de 31 anos, morador de Volta Redonda, RJ, pararam de funcionar. Ele começou a fazer hemodiálise e logo precisou passar por um transplante. A doadora foi a mãe dele.

“Eu fiz o exame e quando o resultado veio, deu que eu era 99,9% compatível com ele. E aí nós erntramos nesse processo de que eu doaria. Eu conversei com os filhos, com toda família que eu queria doar o rim para ele. Salvar a vida do meu filho foi tudo para mim”, contou a mãe do Luís, Rosângela de Lucas Côrtes Dias.

Desde então, ele precisa tomar medicamentos para preservar o órgão recebido. Um dos remédios é o Sirulmo. Cada caixa custa em média R$ 2 mil e para o Luís, não necessárias 3 caixas por mês.

Ele conseguia o remédio de graça na farmácia de alto custo do Estado, mas desde outubro o medicamento está em falta. O morador conta com a ajuda de amigos e recorre a internet para conseguir doações e não ficar sem os comprimidos.

“Se eu não tomar essa medicação, o meu próprio organismo começa a lutar contra esse órgão que não é meu. E aí eu corro o risco de perder esse órgão e também a função dos rins”, explicou o Luís.

Sem conseguir na farmácia de alto custo, o Luís recorreu à Defensoria Pública. A Justiça determinou que o estado forneça o remédio, mas como ele está em falta, o caso foi transferido para o município.

Com o recesso de fim de ano, a Justiça não conseguiu acionar a prefeitura e nem liberar o dinheiro para compra do remédio. Já na última caixa, o morador se vê em uma corrida contra o relógio. “Eu tenho que esperar as decisões da Jistuça. Várias pessoas quiseram fazer uma vaquinha solidária param mim. Eu dependo dessa decisão. A falta do medicamento é desesperadora. Se eu ficar sem um dia, é risco de perder o transplante”.

Por Equipe iRJO

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